Acabei de ler um texto na Época Negócios que eu achei muito interessante, a matéria diz como a Gisele tranformou sua marca em um ativo poderoso.

E isso vale também pra qualquer tipo de marca, empresa e negócio. São princípios importantes da administração que podem ser aplicados no seu negócio ou até usar pra sua carreira pessoal.

 

Gisele Bundchen

1.Planejamento estratégico

Já na adolescência, Gisele tinha uma lista de seus pontos fortes e fragilidades. Também definiu aonde queria chegar e as principais ações para alcançar seus objetivos

Como fez isso: antes de fechar o primeiro contrato com uma agência, a Elite, seu pai, Valdir, preparou um questionário com perguntas sobre o potencial da filha e as perspectivas para a sua carreira. O plano posteriormente traçado seguia um roteiro comum a modelos iniciantes: primeiro, uma passagem por Tóquio para ganhar dinheiro. Depois, Nova York e Paris, onde aprenderia inglês e teria projeção mundial

 

Gisele Bundchen

 

 

2. Boa rede de relacionamentos

Desde o início da carreira, Gisele formou uma sólida rede de contatos, com pessoas do mundo da moda. Mas também deu sorte. Ela caiu no gosto de gente como Anna Wintour, a lendária editora da Vogue América

 

Como fez isso: cultivava amizades com modelos estrangeiras. No início da carreira, estava sempre disponível para qualquer trabalho – e, neles, cativava os clientes com o seu carisma

 

Gisele Bundchen

 

 

3. Trabalho duro e profissionalismo

Em um meio em que o padrão é atrasar horas para os compromissos, Gisele sempre foi pontual. Não é afeita a estrelismos. Ela entende o que o cliente precisa e entrega o que foi prometido – geralmente, superando as expectativas.

 

Como faz isso: estabelece em contrato o tempo total de trabalho, com uma hora de pausa para o almoço. Não faz exigência por comidas e bebidas (com exceção de água de coco) e trata toda a equipe com educação. Durante o trabalho, não reclama de cansaço nem perde o bom humor

 

Gisele Bundchen

 

 

4. Atenção aos clientes

Gisele envolve-se com as marcas que promove. Aproveita a sua experiência para encontrar a melhor forma de exibir o que vai vender

 

Como faz isso: quando não testa os produtos, relembra histórias pessoais para mostrar sua experiência com a marca – e gosta de contá-las até mesmo nos bastidores. Enquanto se preparava para filmar a primeira campanha da C&A, falou, na gravação do making of, que, no início da carreira, sempre comprava peças na loja. Aos diretores da Colcci, ela disse: “Meu primeiro jeans foi da Colcci, sabiam?”

 

Gisele Bundchen

 

 

5. Equipe de confiança

Embora tenha uma ampla rede de apoio, Gisele restringiu a gestão de sua carreira a um círculo pequeno, formado por pessoas próximas. Desde 2006, as decisões sobre os negócios estão concentradas no núcleo familiar

 

Como faz isso: hoje, sua irmã gêmea, Patrícia, fecha as campanhas publicitárias e fala com a imprensa. Gabriela, a irmã advogada, é responsável pelos contratos. Rafaela, a caçula, cuida de seu Instagram. A única pessoa da equipe que não leva o sobrenome Bündchen é sua agente internacional, Anne Nelson, que a acompanha desde o início da carreira

 

Gisele Bundchen

 

 

6. Cuidado com a marca

Gisele tem extremo controle sobre tudo que envolve o seu nome e a sua imagem. Sua disciplina e comprometimento com o trabalho ajudam, por exemplo, a evitar eventuais problemas de uma exposição inadequada na mídia

 

Como faz isso: deixou de fumar e de frequentar festas – só é vista em eventos estrategicamente escolhidos. Passou a praticar mais esporte e a defender uma alimentação saudável. Gisele também aprova suas fotos que serão utilizadas em publicidade ou editoriais de moda. Ainda no estúdio, exige que os fotógrafos apaguem as de que não gostou (inclusive, da lixeira). Antes de fechar um contrato, avalia a imagem da empresa contratante e a percepção do cliente em relação ao produto que vai divulgar. 

 

Veja a matéria completa na Época Negócios.

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Tonanni

Como que uma pessoa que tem blog de moda e posta foto de lookdodia pode não gostar disso?!

Na verdade, não é que eu não goste de blogs de modas, eu ODEIO blogs de moda. Tanto quanto eu odeio o Facebook, o Instagram e tudo isso que fez parte da minha vida e eu não consigo me livrar.

É impressionante como a mídia faz vc precisar de algo que vc nem sabia que existia né? Por exemplo, ontem quando eu tava na praia, resolvi instalar o snapchat no meu celular pra testar, já que eu também trabalho com redes sociais e preciso estar sempre atualizado no mercado. A partir da primeira foto que postei na minha linha do tempo e vi que 13 pessoas já tinham visto, já me bateu aquela vontade de interagir, de postar mais foto e tal… mas EU NÃO PRECISO DISSO! Não posso deixar outra rede social invadir minha vida assim como o Instagram invadiu.

Sou completamente viciado no Instagram, a ponto de acessar relatórios de estatística pra ver qual o melhor horário pra postar e fico tenso se não curto a foto dos meus amigos ou participo da vida deles no dia-a-dia. Que porra é essa Tonanni?

Eu leio blogs de moda dos meus amigos, das blogueiras top e eu acho o conteúdo muito bom! Mas eu perdi o costume de ler livros, pois quando era pra eu estar lendo aquele livro que eu gostava, estou pulando de blog em blog, lendo as novidades e vendo a vida maravilhosa das pessoas. Tenho vontade de ler mais, mas também tenho vontade de acessar outros sites como Hypeness ou Brainstorm9 que são sites incríveis de informação, aí vou pulando de um pro outro e quando percebo, já acabou a bateria do meu computador e ta na hora de dormir!

Será que a minha nova leitura virou a leitura diária de blogs? Será que a minha ligação pra um amigo no telefone virou o like que eu dei na foto dele no Instagram? Ta tudo errado isso… e eu não consigo me livrar disso pq eu AMO e ODEIO tudo isso ao mesmo tempo.

Eu amo ler blogs e interpretar como as pessoas encaram a vida delas, como se vestem e como influenciam as pessoas, mas isso tem tirado boa parte do meu tempo em fazer outras coisas que eu gosto. Ou eu preciso de mais tempo no meu dia pra voltar a ler livros e os blogs, ou eu abraço o fato que sou viciado em internet e me adapto a essa nova realidade.

Aproveitando que vc leu esse desabafo até o final, olha o meu look e curte esse post pq afinal de contas, esse também é um blog de moda.

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Tonanni

Sabe aquela frase bem brega que diz “amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito”? Pois é… só em letra de música mesmo, porque na vida real o buraco é bem mais embaixo. Uns da até vontade de dar um tiro na cabeça.

Vou compartilhar uma coisa pessoal com vcs que está engasgada na minha garganta há alguns dias e quero saber a opinião de vcs. Na minha cabeça, amigo é aquele que fala a real, que não mede palavras porque quer ver vc crescer, e não fica passando a mão na cabeça. Pra isso já existe a figura do pai e da mãe certo?

Pois é, aparentemente o meu conceito de amizade está errado. Vou contar pra vcs…

Conheci o FRED (vou chamar ele assim pra não expor ninguém ok!?) por meio de amigos em comum. Ele sempre foi um cara muito fechado e tímido. Trabalhou em uma multinacional em um cargo alto durante muito tempo. Ganhou grana, ficou conhecido no mercado mas por não querer fazer parte do “esquema” da empresa, foi mandado embora.

Ganhou uma bolada da empresa e começou a viver como um playboy. Mas anos foram passando, a grana foi acabando e a deprê começou a bater. Mas daquelas pesadas mesmo sabe? Aí nessa hora que os amigos tem que ajudar. Foi exatamente o que eu fiz.

Ele começou a tentar montar um negócio do zero e eu me disponibilizei a ajudar. Dando conselhos sobre o site, redes sociais, indicando clientes, abrindo portas até que o negócio começou a ficar um pouco conhecido dentro do próprio mercado (embora ainda não desse dinheiro).

Eu pareço uma pessoa legal né? Não aos olhos do FRED. Talvez pelo fato de ele não estar conseguindo chegar onde quer, ele precisa diminuir todas as pessoas ao seu redor.

Resumindo a história, em uma das nossas conversas ele pediu pra eu dar minha opinião sobre o negócio, sobre ele e porquê que a vida dele não estava indo pra frente. Eu dei minha opinião de amigo, tentando ajudar ele a ser uma pessoa melhor. Mas o que eu ouço de volta são críticas a minha pessoa. Que sou egoísta por não ter feito X,Y,Z. Mas se eu tivesse todas as respostas pras perguntas, estaria rico e sócio da Microsoft. Não é o caso.

É muito nítido que ele tem problemas e que provavelmente está com dívidas no banco. Percebo isso pois os produtos da empresa dele são caros. Como ele está desempregado há quase 2 anos sem fonte de renda, não sei de onde ele tira recursos pra investir.

Eu e outros amigos fomos bloqueados das redes sociais dele. Chegamos a conversar esses dias sobre a situação e chegamos a conclusão que ele tem uma doença psicológica (que não vou revelar o nome) mas é como se fosse um autismo leve para adultos que atrapalha a interação e convívio com as pessoas. Pessoas muito inteligentes possuem essa doença, o que é mais difícil ainda reconhecer a necessidade de ajuda e buscar tratamento.

Isso é muito triste pois perdi um amigo pela incapacidade DELE de lidar com crítica. Acho que no fundo nunca fui amigo pois quando indicava clientes e dava conselhos, tudo corria bem, agora quando apontei os erros e disse que precisavam ser corrigidos pra crescer, fui bloqueado.

Gostaria de poder ajudar o FRED, mas acho que ele se sente muito superior em relação aos outros. Talvez nunca busque por ajuda ou aceite sua doença, mesmo que os pais venham a dizer isso pra ele.

T.

Tonanni

 

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Tonanni
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