Nessa semana, a Bombay Sapphire vai anunciar os 3 finalistas do MIB (Most Imaginativa Bartender), que nada mais é do que uma competição que vai eleger o profissional mas criativo da América Latina!

Não sei quanto a vcs, mas eu sou MUITO fã de Gin, principalmente quando ele é elaborado com as suas variações. Nessa edição, os finalistas do Brasil são o José Ronaldo do Frank Bar, Tom Oliveira do Home Bar SP e Lucas Jaques do Narã Tivoli.

Durante o evento, no Studio Dama, em São Paulo, os competidores vão apresentar seus coquetéis mais criativos para o time de jurados que vai eleger e anunciar ao vivo, para todos os convidados, o grande vencedor da etapa Brasil! O mais incrível é que o selecionado, vai participar da final no México!

O time de jurados é composto pelos jovens e premiados mixologistas brasileiros Keneddy Nascimento e Jessica Sanchez, além de Mafer Tejada, embaixadora do Bombay Sapphire na América Latina e considerada a melhor bartender do México. Só fera!

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Tonanni

Que o eixo Rio – São Paulo é muito bem servido de restaurantes da mais alta categoria, não há dúvidas. Mas quando é o guia francês Michelin que atesta, não podemos deixar de notar alguns lugares, principalmente aqueles que foram inaugurados há pouco tempo e que já estão fazendo história.

Para além do D.O.M, de Alex Atala, que foi o único restaurante nacional a receber duas estrelas do guia na publicação de 2016, e do Maní, premiado com uma estrela, existem casas novas e outras nem tanto que realmente valem a visita de quem está em terras paulistanas ou cariocas.

Aqui vão cinco opções bacanérrimas para você se esbaldar em suas próximas saídas em uma das duas capitais.

Restaurante Mee

Mee
O primeiro restaurante pan-asiático do Rio de Janeiro fica dentro do hotel Belmond Copacabana Palace e propõe uma viagem à gastronomia asiática com opções de pratos da cozinha tailandesa, coreana, vietnamita, chinesa e japonesa. Sob a batuta do chef paulitano de origem japonesa Kazuo Harada, o restaurante, cujo nome significa beleza em coreano, recebeu uma estrela do Guia Michelin em 2016. Quem visita esse reduto asiático em Copacabana, não deixa de reparar no sushi bar, cujo menu exclusivo chamado Omakase Itamae obedece aos mesmos princípios dos tradicionais sushi bares japoneses. Opções quentes como camarão com nozes caramelizadas, além de um menu degustação de Dim Sums (bocadinhos chineses) e uma carta com saquês de diferentes regiões do Japão complementam a experiência.

Restaurante Tete a Tete

Tête a Tête
Gabriel Matteuzi e Guilhereme Vinha são os jovens chefs idealizadores do restaurante Tête a Tête. Os dois se conheceram quando trabalhavaram no D.O.M. E, depois de um ano que permaneceram juntos na cozinha de Atala, decidiram montar a sociedade, mas antes de começarem a passaram 25 dias na Europa pesquisando restaurantes estrelados e buscando inspiração. No Tête a Tête, a dupla foca na cozinha de ingrediente em um cardápio que reúne clássicos da cozinha mundial com um toque de brasilidade. Com menus sazonais e diferentes formatos de degustação dos pratos, aposta em receitas como a bochecha de boi servida com vinagrete de carne, cebola caramelizada e azedinha que lhe conferiram a primeira estrela Michelin no guia publicado neste ano.

Restaurante Tuju

Tuju
Aberto há dois anos no coração da Vila Madalena, em São Paulo, o restaurante comandado pelo jovem chef Ivan Ralston tinha apenas oito meses quando recebeu sua primeira estrela Michelin, em 2015. Agraciada novamente com uma estrela pela edição de 2016, a casa aposta em uma forte pesquisa de ingredientes tipicamente brasileiros preparados com técnicas apuradas. A relação estreita com os fornecedores e a horta posicionada na frente do restaurante, onde são cultivadas mais de 350 espécies comestíveis, são outras demonstrações da importância do ingrediente e das relações humanas para a filosofia do lugar. Para provar as criações de Ivan, pode-se optar por um menu que varia quinzenalmente e que pode conter 15, cinco ou três pratos ou pelas sugestões à la carte.

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Restaurante Kosushi

Kosushi
Aberto em 1986 como um dos primeiros restaurantes japoneses fora do bairro da Liberdade, em São Paulo, o Kosushi apresenta uma mescla perfeita entre a tradição e a modernidade, que é visível na decoração minimalista do salão assinado pelo arquiteto Arthur Casas. O conceito do lugar está baseado na excelência milenar nipônica que pode ser comporvada nos sushis e sashimis preparados à perfeição pelo sushiman e sócio da casa, George Koshoji. Experiente, o chef sabe que a diferença de sua cozinha está nos peixes comprados diariamente e na utilização de produtos de época, que ajudam a manter a alta qualidade da matéria-prima, assim como a variedade para os clientes, que são marjoritariamente habituès de longa data. O reconhecimento vem também pela crítica especializada que acaba de lhe conferir uma estrela Michelin.

Restaurante Eleven

Eleven
Com matriz em Lisboa, o Eleven Rio abriu há pouco mais de um ano e já se tornou um dos melhores redutos gastronômicos da Cidade Maravilhosa, não à toa, recebeu sua primeira estrela Michelin em 2016. Colecionador de 14 estrelas do guia pelas casas que comandou na Europa, o chef alemão Joachim Koerpe acredita em uma cozinha de mercado e sazonal, pois aproveita os ingredientes frescos disponíveis em cada dia, em cada época do ano. Seu trunfo é oferecer uma cozinha de sentidos, que explora o olfato e a visão para além do paladar.

Com fortes influências ibéricas e mediterrâneas, seus menus-degustação podem apresentar sugestões como o lagostim com emulsão de tomate, salsa e azeite e a costela de angus cozida em baixa temperatura com nhoque de limão-siciliano, ervilha e molho de vinho tinto. A opção de menu surpresa também pode ser interessante para aqueles que adoram uma experiência gastronômica.

Tonanni
Gluten

Nos últimos tempos popularizou-se a ideia de que o glúten é responsável pelo ganho de peso e que uma dieta gluten-free seria ideal para o processo de emagrecimento, o que fez com que a exclusão da proteína na alimentação virasse moda entre algumas celebridades. A verdade é que ele está presente em alimentos fonte de carboidratos, que quando consumidos em excesso prejudicam o equilíbrio calórico e cortar seu consumo leva naturalmente a uma redução da ingestão de calorias e assim, a uma possível redução de peso. Mas este efeito não está diretamente ligado à retirada do glúten e sim à retirada de alimentos com maior densidade energética.

A nutricionista Mariana Nacarato, da Equilibrium, respondeu várias questões para tirar todas as suas dúvidas e assim desmistificar o tema:

– O que é o glúten e em quais alimentos é encontrado?
É uma proteína presente naturalmente em cereais como o trigo, centeio, cevada e aveia. Alimentos ou receitas que tenham esses grãos ou farinhas na lista de ingredientes, como um molho branco feito com farinha de trigo, por exemplo, também tem glúten. Assim como em pães, bolos, biscoitos, massas e cervejas.

– Retirar o glúten da dieta não emagrece necessariamente?
Por exemplo, uma pessoa que comia um pacote de biscoitos no lanche da tarde ao iniciar uma dieta gluten-free passa a comer uma fruta e emagrece. Naturalmente ela está ingerindo menos calorias e o emagrecimento será reflexo dessa troca e não da retirada da proteína necessariamente. Se ela simplesmente trocar o biscoito de farinha de trigo por um biscoito sem glúten, certamente não irá emagrecer devido a essa mudança específica.

– Quais as principais diferenças entre um pão com e sem glúten?
Esses pães têm texturas diferentes, pois o glúten confere elasticidade e características específicas à massa, resultando em um alimento leve e aerado. Pães gluten-free costumam ser mais secos, “pesados”, pouco aerados e normalmente possuem baixa aceitação.

– Pão é o produto com mais glúten?
Outros produtos de panificação, como bolos e biscoitos, que utilizam farinha de trigo contém a mesma quantidade de glúten como os pães mais consumidos, como francês e de forma.

– O que é doença celíaca?
A Doença Celíaca é desencadeada pela ingestão de glúten por algumas pessoas que não toleram a proteína no intestino. O consumo da proteína por essas pessoas leva a um processo inflamatório crônico do intestino, prejudicando absorção de diversos nutrientes importantes para o organismo. Estima-se que cerca de dois milhões de brasileiros têm essa doença do sistema imunológico, o que corresponde a 1% da população. Geralmente aparece na infância, nas crianças com idade entre 1 e 3 anos, mas pode surgir em qualquer idade, inclusive em adultos e existe também uma tendência genética.

– Como é uma dieta para celíacos?
É totalmente adaptada, pois é necessário cortar o consumo de alimentos que fazem parte do hábito da maioria das pessoas. Conceitualmente parece simples, mas as mudanças na dieta são substanciais e têm um efeito profundo sobre a vida do diagnosticado. Para os celíacos, alimentos como: pães, bolos e massas devem ser substituídos por versões sem glúten, à base, por exemplo, de farinha de arroz, milho, fubá, fécula de batata, polvilho. Porém esses alimentos nem sempre estão disponíveis em restaurantes, padarias e festas, por exemplo, e isso pode limitar e afetar o convívio social. Frutas, verduras, legumes, tubérculos como batata, mandioca, mandioquinha; castanhas, sementes, leite e derivados podem e devem fazer parte da alimentação também.

– Quais cuidados devem ser tomados pelos celíacos?
Além de retirar os alimentos mais clássicos que contenham trigo, centeio, cevada e aveia; é preciso ficar atento à lista de ingredientes e ao rótulo de todos os itens industrializados, e só consumir produtos que tenham os dizeres “NÃO CONTÉM GLÚTEN”. Apesar de não possuírem os cereais na sua composição, alguns podem ter traços de glúten por contaminação cruzada que pode ocorrer desde o plantio, colheita, armazenamento e até mesmo no uso de equipamentos compartilhados, onde se processam ingredientes com e outros sem a proteína. Por isso, a leitura do rótulo dos alimentos é de extrema importância para os celíacos. Para algumas pessoas, inclusive, é necessário ter utensílios de uso exclusivo, como: panelas, torradeira, assadeiras etc.

– O que muda no corpo em uma dieta com ou sem glúten?
A retirada do glúten só trará benefícios para quem tem doença celíaca. Ao descobrirem a doença e seguirem uma dieta específica, os celíacos deixam de consumir essa proteína que é irritativa e prejudicial para o intestino deles. Dessa forma, o intestino passa a funcionar melhor e sintomas intestinais decorrentes da má absorção, como distensão abdominal, diarreia, dor de cabeça e fraqueza vão desaparecendo. A pessoa passa a ter mais energia e fica mais disposta, mas isso apenas se ela apresentar a doença e seguir uma alimentação equilibrada.

– Retirar o glúten da dieta melhora a qualidade de vida? Por quê?
Certas pessoas possuem a auto percepção de serem sensíveis ao glúten e ao retirá-lo da dieta se sentem muito melhor. Porém muitas vezes essa melhora não é comprovada cientificamente e pode ter sido influenciada e induzida pelo que a pessoa acredita. A retirada de alimentos pode gerar estresse, pois existem muitas barreiras, incluindo a disponibilidade de produtos, custo e segurança dos mesmos. Essa restrição acaba atrapalhando e muitas vezes limitando o convívio social, especialmente em situações onde a comida está envolvida, como festas e comemorações. A pessoa pode se isolar com receio de comer certos itens e gerar uma preocupação excessiva com a alimentação, o que não é saudável. Por isso, a retirada do glúten só é indicada para quem realmente precisa, os celíacos.

– Quais os riscos para um não-celíaco que tira o glúten da alimentação?
Uma dieta sem glúten pode levar à ingestão inadequada de vitaminas do complexo B, fibras e ferro, bem como comprometer a saúde do intestino. Muitos alimentos gluten-free são pobres em fibras, importantes para a saúde do coração, o funcionamento do intestino e para a saciedade. Além disso, tendencialmente, pessoas que seguem essa restrição comem mais carne, queijos e ovos, devido à falta de disponibilidade de itens à base de cereais. O alto consumo desses alimentos pode aumentar o colesterol. Sendo assim, uma dieta desequilibrada pode contribuir para o ganho de peso e outros problemas de saúde, além do risco de desenvolver ansiedade pela angústia induzida pela dificuldade de seguir uma dieta gluten-free. A preocupação excessiva com a alimentação também pode levar ao desenvolvimento de um transtorno alimentar.

– Quais os benefícios para um não-celíaco que retira o glúten da alimentação?
Muitas pessoas ao seguirem uma dieta gluten-free passam a comer mais vegetais, legumes, frutas, castanhas e menos produtos industrializados. Esses alimentos são ricos em vitaminas e minerais e podem colaborar para a manutenção da saúde e a vitalidade. Porém, esses benefícios não estão atrelados a retirada do glúten, e sim a inclusão ou aumento do consumo desses itens. Portanto, eliminar do cardápio os alimentos que contém esta proteína sem que haja uma necessidade real pode trazer consequências negativas para a saúde. Fonte: MSLGROUP Andreoli

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